sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Para Iemanjá.

Ah, a doçura do mar!
Seu canto que tanto me entontece 
e me chama.
Para embalar sonhos.
Era tudo que o peito e a mente 
Atormentada agora desejam..
Sentir o sopro da maresia.
E soltar a corda que prende 
Meu barco-alma sem cais
Solto, livre, enfim.
Vela frágil ao sabor do Novo Mundo.
Velejar
Sonhando a rota
Sem desejar, apenas ser
Mar, vento e o casamento perfeito
De um novo mundo com um novo eu se daria
E eu seria a mesma casca da madeira de 
Swhaili
Ou Madagáscar 
Ou do Laos..
Seria, sentiria e esqueceria.

Nenhum comentário:

Postar um comentário