A gente nem se olhou. Bastou um relance e tudo explodiu. E desmoronamos. Nós, que tanto nos amamos. Nós, que hoje somos demônios. Carregando os pecados, um do outro. Tremor, crises e dias que se arrastam. É essa a herança de um amor mau fadado a desilusão.
Desilusão, danço eu, dança você, na dança da solidão.
Feliz ano novo.
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